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Tatu Bola


Nome Popular: Tatu Bola
Nome científico: Tolypeutes tricinctus
Onde vive: Existem apenas na caatinga da região Nordeste do Brasil, preferindo lugares com solo de areia e arbustos
Tamanho: Cerca de 50 cm
Peso: O adulto pesa cerca de 1,5 a 2 kg
Filhotes por gestação: Geralmente um, embora às vezes possam ter dois


Status Gerais
Protegido















Esses animais fuçam o solo perto de árvores procurando, dentre outros itens, formigas, cupins, larvas de insetos, aranhas, escorpiões, frutos e ovos de lagartos. Dentre os tatus mamíferos, esta é a menor espécie que vive no Brasil e é endêmica, ou seja, vive apenas numa região: no ecossistema da caatinga do nordeste brasileiro, segundo o Relatório Final de Diagnóstico de Áreas de Alto Valor para Conservação (HCVA) do Programa de Manejo Ambiental - Projeto Puma[¹].

Esta é a espécie mais ameaçada por não conseguir cavar tão bem como os outros tatus e, por este motivo, sua defesa natural é fugir, embora possam ser facilmente alcançados por humanos, ou se enrolar como uma bola. Quando se enrolam, sua cabeça e sua cauda se encaixam perfeitamente, fazendo uma espécie de uma couraça com a carapaça articulada que têm nas costas. No entanto, podem ser facilmente capturados pelo homem quando nesta situação. Outra ameaça à esta espécie é a redução e a modificação do habitat, já que é um dos animais que mais sensíveis em relação à mudanças no meio em que vivem. Apesar de ser protegido em algumas áreas, as principais populações não costumam ficar nestes lugares e, por isso, podem ser caçadas com facilidade. Seu principal predador é a Onça.

Com hábitos predominantemente vespertinos/noturnos, durante o dia utilizam buracos feitos por outros animais e, dependo da temperatura, podem se cobrir com folhas em depressões do terreno. São cingulatas, isto é, pertencem à ordem de mamíferos desprovidos de dentes.

Atualmente os cientistas estudam a possibilidade de criar esta espécie em cativeiro para tentar salvá-la. Programas de educação ambiental também são desenvolvidos nos lugares onde este tatu pode ser encontrado.

[¹] Disponível em: http://www.hcvnetwork.org/resources/assessments/Relatorio%20HCVA_Fazenda%20Mundo%20Novo_Brasil.pdf

Foto(s) retirada(s) do(s) site(s):

Suricata

Nome Popular: Suricata, ou, suricate, ou suricato

Nome científico: Suricata suricatta
Onde vive: África do Sul, Namíbia, Botsuana, Angola sul-ocidental
Tamanho: Corpo, 26-28cm; cauda é 22cm. Os dois sexos têm aproximadamente o mesmo peso
Quanto pesa: 0,6-1 kg
Filhotes por gestação: 11 semanas de gestação (73 a 77 dias aproximadamente), nascendo em média de 2 a 5 filhotes ; 2 ou 3 ninhadas no ano





Status Gerais:


Também chamado de sentinela, esses bichinhos em grupos de laços afetuosos, vivendo como uma grande família. Eles gostam de aproveitar os momentos de tranquilidade juntos, tanto no inverno, quanto no verão, principalmente de manhã e no entardecer. As suricatas podem ficar sossegadas, por que sempre há um deles em pé, sobre as patas traseiras, observando quase sempre em cima de um cupinzeiro ou algo pouco mais alto e esperando quaisquer sinais de perigo para os companheiros. Quando a sentinela avista perigo, como uma águia ou algo assim, ele dá o aviso, para que os outros fujam e se escondam nas tocas, ou buracos, criados por eles próprios.
A alimentação básica deles são os seguintes insetos:


  • Gafanhotos
  • Cupins
  • Dípteros (é uma ordem de insetos, que tem a caracteristica do tamanho reduzido das asas traseiras e pela qual sobressai das asas dianteiras)
  • Lepidópteros (entre algumas famílias de borboletas, são insetos que têm escamas minúsculas pelo corpo e asas, dando múltiplos padrões de coloração)
  • Coleópteros ( ordem de insetos, que incluem besouros e gorgulhos, a principal característica são as asas anteriores duras )
Mas, mantém praticamente a mesma alimentação, ou seja, os mesmos insetos e aproximadamente as mesmas quantidades

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Raramente uma suricata come repteis e pequenos vertebrados, no entanto gosta de comer tarântulas e aranhas que vivem em seu habitat
Quando a ela encontra, graças ao seu olfato, uma larva enterrada no chão ela cava, com suas longas garras em cada um dos seus quatro dedos. Estas são as mais desenvolvidas nos membros anteriores (chegando a 15mm) que nas patas anteriores (8mm). A parte anterior é a glabra até os pulsos ou seus pulsos ou seus tornozelos. Nas patas, que medem 3 X 2 cm, as pontas dos dedos, as garras e a almofada plantar se encontram separa


Olhando para uma cobra, como por exemplo uma naja, as suricatas agrupam-se com dorso arqueado e a cauda espetada. Não a dão chance, matam-na o mais breve o possível, mas não a comem, pois para eles é mais importante a segurança que aquele cadáver dá do que o perigo representado quando viva.

As suricatas vivem tocas um tanto complexas, mas no entanto organizadas, parte dela se divide para o "banheiro", para a sentinela, que uvem lá de baixo quando o inimigo passa do lugar de risco para eles, e, outras câmaras que deixam a toca muito funda. A toca não tem uma entrada só, há várias, das quais eles se enfiam para escapar de predadores.Durante a estação quente, o convite para o acasalamento pode ser feito tanto pelas fêmeas quanto pelos machos.


Os filhotes nascem após 11 semas do acasalamento. A fêmea pode dar à luz a uma média de três filhotes. Todos os adultos formam como se fosse um grupo, para ajudar na segurança das crias, mas não a genitora. Ela fica longe naturalmente, para poder se alimentar e ter energia para amamentar o filhote. Não é a mãe quem traz à cria a primeira presa, são as outras suricatas, caçam e matam e dão aos pequenos, assim que eles completem a terceira semana de sua vida.
Bem escodidas de ataques súbitos, os filhotes aprendem rapidamente como se aquecer no sol e mostram bastante curiosidade, uma característica da espécie.

Tamanduá

Nome Popular: Tamanduá
Nome científico: Myrmecophaga tridactyla
Onde vive:
Florestas e savanas das Américas Central e do Sul, desde o Belize até a Argentina.
Tamanho: É de até 120 cm, mais 90 cm para a cauda
Peso:
40 Kg o macho adulto
Filhotes por gestação: Apenas um por gestação





Status Gerais:


Vulnerável
Esse animal é pacifico, sua alimentação se compõe em formigas cupins e larvas, mas em cativeiro, como em zoológicos, não há tantos insetos dos quais eles gostam e por isso morrem antes de darem a luz à um filhote.
Para pegar seu alimento o tamanduá, cava o formigueiro (ou o cupinzeiro) com suas fortes garras, depois cola seu focinho dentro do buraco recem aberto e, com sua língua pegajosa (com cerca de 200cm de comprimento) , enfia-a até o fundo para pegar as formigas, ou cupins, que estiverem em seus túneis construídos com total genialidade. Mas o tamanduá não suporta ficar tanto tempo na sua fonte de alimentação, pois esses animaizinhos têm uma forte proteção: algo como veneno que espirrado no delicado focinho do oponente, causa um ardor sobre a área.
Esse animal de focinho longo e afinado, não possuí dentes, seu período de caça normalmente é de dia nos campos, cerrados e florestas da América Central e do Sul desde Guatemala até a Argentina.
Se vive, ao acaso, perto de cidades, ele tem hábitos noturnos, ou seja, começa a caçar somente à noite, para evitar os humanos. À noite fica mais cauteloso e é solitário. Se for necessário a proteção, ele se defende com as fortes garras de suas patas dianteiras.
Sua alimentação compõe-se, basicamente, em formigas, cupins e larvas, mas também pode comer vermes e pequenas centopéias.
Na primavera, geralmente, as fêmeas dão a luz à sua cria, da qual carregará em suas costas por aproximadamente um ano de idade do seu bebê, mas isso deixa-a muito vulnerável para predadores.



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