Selo




A Equipe Animal em Risco oferece esse selo para o blog Bio Momento (http://biomomento.blogspot.com/), por ser um blog que tem tantas postagens interessantes para a preservação!

Dêem uma passada por lá!

Leopardo das Neves


Nome Popular: Leopardo das Neves
Nome científico: Uncia uncia
Onde vive: Devido a vasta extensão em que se encontra, o leopardo-das-neves possui vários habitats, sendo encontrado em terrenos áridos e semi-áridos, savanas, estepes, em montanhas, florestas de coníferas e florestas densas. Apesar da diversidade de habitat, é encontrado geralmente em elevações entre 3000 e 4500 m, as vezes acima de 5500 m no Himalaia.
Tamanho: Cerca de 1,3m
Peso: Até 55 Kg (o macho)
Filhotes por gestação: Cerca de 90 dias; três filhotes por ninhada



Status Gerais:








Protegido






O leopardo das neves é um animal que vive em altitudes desde a Ásia, geralmente no Tibete, Nepal, Índia, Paquistão, Himalaia e o Monte Everst, todos os lugares de grande altitude e de difícil acesso. Esses felinos raramente são vistos por humanos, por isso não se sabe muito sobre eles.
Seus pêlos formam um padrão, que dentre todos os felinos é um dos mais belos. Sua pelagem é usada por ele para que possa se aquecer em meio todo o frio da neve. Serve também para que se possa camuflar na neve, e caçar suas presas por emboscada.
Ele se alimente principalmente de aves, roedores como as lebres e as marmotas que por lá vivem, e, também, mamíferos de porte pequeno, como o carneiro selvagem. Todos os felinos dessa espécie possui um grande território, do qual vivem as presas que ele caça, por isso está sempre buscado algo para poder se alimentar.
O leopardo das neves é muito caçado, pois seus ossos e alguns de seus órgãos são usados na medicina do lugar em que esses animal habita, as pessoas dizem que algumas partes do seu corpo ajudam em alguns remédios. Além dessa utilidade, usam as peles para fazerem casacos de luxo, pois seu as cores e as rosetas do seu corpo formam um belo padrão, muito cobiçado pelas pes
Esses pequenos felinos estão espalhados pelas montanhas da Ásia Central, lugar conhecido como O Telhado do Mundo, não se sabe quanto é a população desse animal, nem valor aproximado, mas, eles sabem que esses animais estão ameaçados por tantas mortes deles que acontecem para colocar suas partes em remédios para a venda. Como naturalmente ele vive acima de 3000m, mas no verão ele sobe para 5000m.
Os leopardos das neves são caçadores oportunistas, podem caçar desde de o Yak, uma animal que pesa mais de 200kg, até um veado almiscarado, que pesa só até 10kg. Podem predar, também, aves, como o Faisão, ou outros animais como Marmotas,  Panda Vermelho, Carneiro ou Cabra selvagem, Coelhos da Neve e ainda outros que vivem em regiões montanhosas. Trata-se de um animal pouco estudado, pois seus hábitos são muito reservados, poucos exemplares, distribuição distribuída em muitos lugares e habitat de difícil acesso para o homem. São animais que medem, de cabeça e corpo até 1,30m e a cauda que chega a 1m.
A cor de sua pelagem pode ir desde o cinza mais claro até o cinza escuro, com partes, como a barriga praticamente brancas. Todo seu corpo é recoberto por rosetas e manchas. A cabeça é relativamente pequena e o pêlo é bem longo. Os filhotes (em méida podendo ter 3), normalmente nascem em abrigos, em meio os buracos das rochas, após o período de gestação de até 103 dias. Ao nascer pesam aproximadamente 450g e abrem seus olhos após o sétimo dia de vida. Começam a ingerir alimento sólido aos 3 meses de idade.


Para que ele não afunde na neve, ele tem patas muito peludas e relativamente grande, que permitem que o felino se desloque com facilidade onde está coberto por neve.
O leopardo das neves é um exelente predador, nas montanhas, ele chega a dar saltos de 15 metros, o que é um "recorde" entre os felinos.
Em 1971, a Federação Internacional de Peles proibiu seus membros de negociarem a pele do felino, mas ignoram a essa proibição, que seria a salvação da espécie.
Em 1975 tinha aproximadamente 140 leopardos em zoologicos, um terço dos quais nascidos em cativeiro.

Coelho (especial de Páscoa)

CoelhoNome Popular: Coelho
Nome científico: Os dois principais são: Oryctolagus e Sylvilagus
Onde vive: Vivem em zonas onde o mato é abundante, preferindo terrenos secos e arenosos, para a construção de covas
Tamanho: 90 cm de comprimento
Filhotes por ninhada: Em cada uma das ninhadas, de 4 a 6 por ano, nascem em média até 8 crias

Status Gerais:

Pouco Preocupante


Coelho-Europeu

Coelho das Américas
Muitas pessoas têm como bichinho de estimação o coelhos, que são animais com uma aparência bonita. Há muitas espécies, entre elas, o coelho europeu. Ela veio do sudeste da Europa, e se espalho por todo o mundo. Como não tem defesas contra seus predadores naturais, os lobos, raposas, aves de rapina, ser humano e outros (falaremos mais sobres seus predadores depois), eles têm o desenvolvimento maior no aparelho auditivo e, um pouco de desenvolvimento, no olfato, e ajuda também os seus hábitos noturnos e abrigos abaixo do solo. Sua audição é tão apurada que há cientistas que dizem que os coelhos ouvem coisas que para nós, humanos, não conseguiríamos ouvir.
Como eu já disse nas noções básicas do animal, em geral, os coelhos têm em média de 4 a 6 ninhadas por anos, o período de gestação, pelo menos dessa espécie, é de seis semanas e, a fêmea, pode dar à luz depois de uns seis meses de vida. Os filhotes nascem cegos, e sem pêlos. Doze horas após o parto, a menina já pode ter um novo acasalamento, mas em mais da metade das vezes que ela da à luz, ela são reabsorvidos pela mãe, na maioria das vezes, quando há superpolução, ou quando eles não têm o que comer, ou ainda, quando o ambiente em que está não há condições de vida.
Algumas pessoas comem sua carne, sua pele também é muito apreciada, de acordo com a qualidade do pêlo, mas outros dizem que, não compensam essas qualidades, pois causam enorme prejuízo à agricultura geral.
Do coelho-europeu não domesticados, isto é, selvagens, é que foram "criadas" outras espécies de coelhos domésticos, geralmente feito em grandes criações para corte.


Coelho-das-Américas

Coelho das Américas










O gênero Sylvilagus, envolve desde os tapitis do nosso Brasil e as outras espécies da América do Norte (dos EUA). Estas espécies são menores do que as lebres verdadeiras com as orelhas, membros posteriores e cauda ligeiramente menores. Pelo fato de terem os membros menores, ao invés de correrem de seus predadores eles se escondem em buracos, ou em túneis ou, até mesmo, entre as raízes de uma árvore frondosa.
Essa espécie tem a aparência e o comportamento semelhante ao dos europeus, mas diferem, também, por que não cavam buracos para construir suas moradias.
os tapitis são conhecidos por nomes de candimba, ou bem mais comumente, lebre. Tem em média 30 cm de comprimento. Seus pêlos são pardos-amarelados.
Vivem nas pradarias mais sujas, roças onde não há movimentação constante e próximo da entrada de matas e florestas, onde preferem não invadir.
Passa o dia em meio de plantas, com troncos, onde usam o mesmo espaço para crescerem, saem de lá para a procura de sua alimentação, vegetais. Em conta do desmatamento pode invadir plantações e dizimar em poucos dias, com uma só população desses animais.

Geral

Os coelhos conquistaram muita gente pelo fato de ser um animal manso, dócil e aparência bela. Crianças, adultos, homens e mulheres (principalmente as mulheres), no entanto, um dos seus piores inimigos é o próprio ser humano, milhões de coelhos são mortos, apenas por esporte, e, agricultores, matam-nos para defenderem suas colheitas.
Seus inimigos naturais são coites, raposas, bisões, fuinhas, aves como gaviões, corujas, e alguns canídeos e felideos, todos esses, eles caçam coelhos para se alimentar. Se seu predador chegar muito perto, o bichinho corre, se assustado, pode dar saltos longos, de até 3m, e sua velocidade vai à 100km/h. Sua técnica para quando corre também é inteligente: corre em ziguezague. No final da fuga, ele, quase sempre, consegue ses enfiar em uma toca, ou em um tronco oco, ou até mesmo em um mato alto, quaisquer coisas que sirvam de esconderijo para ele já é o suficiente para conseguir se salvar.
O sentido da real páscoa, para os cristãos, significa a ressurreição de Cristo, e o coelho foi escolhido para representar a páscoa, devido ao fato de ele ser um animal que tem a reprodução muito rápida e muitos filhotes por gestação, representando assim, a vida.
Nas outras culturas, o ovo trazia a ideia de começo de vida. Os povos costumavam presentear os amigos com ovos, desejando-lhes boa sorte. Os chineses, também, já costumavam distribuir ovos coloridosentre amigos, na primavera, como referência à renovação da vida.


Pelo fato da postagem estar um pouco atrasada, esperamos que todos tenham tido uma Feliz Páscoa!


Foto(s) retirada(s) do(s) site(s):

- http://www.baixaki.com.br/
- http://correiogourmand.com.br/
- http://farm4.static.flickr.com/

Selo 2

A Equipe Animal em Risco têm o prazer de dizer que temos mais um selo (o segundo) ganho do blog Marinha, um excelente blog, recomendo à todos que dêem uma passada por lá para verem seu ótimo conteúdo!
O blog Animal em Risco está muito contente com essa homenagem!


'' Este é para um blog muito especial

Que dentro dele

Esta todo o mundo Animal ''
(escreveu o blog Marinha)

Dêem uma olhada por lá http://gmarinha.blogspot.com/ !

Orca

Nome Popular: Orca, ou Baleia Assassina
Nome científico: Orcinus orca
Onde vive: No Oceano, em todos os Oceanos, e na maioria do mares
Tamanho: comprimento do corpo de 6,5 a 8,0 m e o peso é 1,5 a 7 ton.
Filhotes por ninhada: Apenas um por gestação









Status Gerais:


A orca é o segundo mamífero com maior distribuição geográfica do mundo,
perdendo apenas para o ser humano. Estão em todos os oceanos e em quase todos mares, incluindo o mar Mediterrâneo e o mar da Arábia (o que é uma raridade entre os cetáceos). As águas mais geladas das regiões temperadas e polares são, apesar de geladas, as preferidas. Mesmo que estejam muitas vezes em águas profundas, as áreas costeiras são, geralmente, os que mais gostam aos ambientes pelágicos (A zona pelágica provém do latim pelagos, que significa o "mar aberto", é a região oceânica onde geralmente vivem seres vivos que não dependem dos fundos marinhos).
As orcas possuem um sistema social bem complexo, normalmente o grupo é "comandado" por uma matriarca, uma única fêmea, geralmente, a mais velha e seus descendentes. Os filhotes dessa matriarca fazem parte dessa linha, assim como os filhotes dos filhotes fazem, mas, sendo assim, todos os membros passaram a conviver com a os filhotes da matriarca de suas companheiras, e assim por diante, por toda a árvore genealógica desses animais. Como as fêmeas vivem até uns 95 anos (e os machos de 50 a 60 anos de vida) é normal encontrar gerações diferentes de orcas vivendo juntas.
Assim como os outros golfinhos, as orcas produzem sons, que se consistem em assobios, estalos e etc. usados para a comunicação e para que elas saibam onde está seu grupo, esses sons variam conforme a atividade que esses animais estão realizando.
O número de dentes de cada um desses animais varia bastante, geralmente, há de 10 a 14 dentes de cada lado lado da mandíbula, dando um total de 40 a 56, sendo que, cada dente mede mais ou menos 7,6 cm e 2,5 cm de diâmetro.
Esses golfinhos (e não baleias) podem nadar muito rapidamente, mas só nadam bem rápido, algo de até 55km/h, normalmente para a caça, ou quando se animam. Quando se animam podem dar "saltinhos" de até 12 metros de distância e mais de um metro acima da superfície da água, mas, apesar de poderem estar na superfície, elas podem ficar num mergulho de aproximadamente 30m abaixo da superfície, para caçar.
Uma curiosidade muito legal é que, as orcas, têm a maior barbatana dorsal de todo o Reino Animal.
A grande inteligência desses animais, junto com a facilidade de adestrá-las, sua interessante aparência e um comportamento sociável, é que lhes dá grande oportunidade para em, praticamente, todos o espetáculos aquáticos ou aquários, terem pelo menos alguns truques, ou alguns exemplares, dessa espécie, deixando-os tão populares.
Na verdade, esses indivíduos são os maiores animais da família dos golfinhos. Elas são os segundos maiores animais do planeta (sendo que o primeiro lugar fica para as Baleias Azuis, com cerca de 33 metros de comprimento). Apesar de ser um animal tão grande, ela é um ótimo predador, aliás, elas não têm predadores naturais, normalmente, ela morre por velhice, sendo que, só a raça humana pode abatê-la, mas, por ser um predador tão bom, ela pode comer todos os seres marinhos como peixes, moluscos, aves, tartarugas, focas, morsas, leões marinhos, lulas, polvos, cachalotes etc. Alguns dizem que o apelido "baleia-assassina" foi dado à elas, por que, quando baleeiros e mergulhadores a viram num grupo com cerca de 50 indivíduos, elas caçavam baleias de diferentes espécies, daí no nome "baleias-assassinas', ou seja, traduzindo do inglês corretamente, killer whale - assassinas de baleias. Elas podem caçar até baleias de barbatana e baleias azuis, detalhe, isso as deixa no topo da cadeia alimentar-marinha.
A primeira pessoa que descreveu essa espécie, foi Plínio, que falava que ela era um terrível monstro das profundezas do oceano, apesar disso, não há registros de ataques das orcas para com humanos, no ambiente selvagem, ainda que se saibam de ataques e agressões desses golfinhos para com seus tratadores, quando em cativeiro. Elas podem viver tanto no mar, quanto no litoral.
O acasalamento das orcas efetua-se após um processo demorado de corte, depois o qual a cópula ocorre com um dos animais posicionando o seu corpo por sobre o corpo do(a) companheiro(a).
O borrifo pelo respiradouro, normalmente, é visível em dias bem frios. A água fica numa altura baixa, mas ainda assim fica espessa.
A principais ameaças para com esses animais, alem da caça, é destruição do seu habitat, coisas provocadas pelos próprios humanos, como poluição com produtos químicos e lixo jogado no mar, que fica flutuando sem rumos.
Outros nomes que chamam esses animais, além de baleias-assassinas e orca, são:
  • Mati - Baía da Ilha Grande;
  • Chati - pescadores no sul e sudeste do Brasil;
  • Tubarão-baleia e baleia-preta - no Sergipe.
Esses são alguns dos pouco mais comuns.
Vários animais, como algumas baleias e golfinhos ficam, ficam perto da orca, sem medo, como se soubessem a postura de ataque ou não para com eles, isso para se alimentarem junto com elas. Esses golfinhos são um dos poucos que vão até a praia com o único objetivo de se alimentar. Arrastarem-se pelas partes rasas, para tentar capturar filhotes de leões marinhos e outros animais, se possível, com um tamanho próximo ao deles.
Depois usam as nadadeiras peitorais para virar-se e se impulsionarem de volta ao mar aberto com sua presa. Muitos filhotes tentem imitar suas mães e acabam encalhados no praia. Às vezes, a matriarca é arrastada por uma corrente marítima, mas, depois, toda a ninhada segue-a, e todos ficam encalhados no praia, isso é muito triste, uma das grandes perdas para a natureza, mas, se não houvesse tantas substâncias, que podem matar esses golfinhos, no mar, isso evitaria o superpopulamento desses incríveis animais, no oceano.
Os Orcas tem um sexto sentido, o sentido de ecolocalização, ela usa o seus estalos e assobios, variando em cada tipo de atividade.  A ecolocalização é usada pelas baleias para enxergar o fundo do mar através do som que ela produz. Como as Orcas vivem num grupo juntas, suas relações sociais vão ficando mais complexas, assim como o seus sons.
Existem dois tipos de Orcas, as residentes e transientes, são da mesma espécie, mas isso implica em sua alimentação, pois as residentes comem peixes e lulas, já as transientes, comem mamíferos, como focas e leões marinhos.
As transientes tem que passar pelas sua presas sem que seja percebida a sua presença, por isso ela usa mais estalos do que longos assobios ou gemidos. Esses estalos são chamados de estalos críticos. As transientes são como nômades do oceano, se deslocam ao milhares de quilômetros, aparecendo de vez em quando na Antártida por um período, e no Mar de Bering, em outro.
O outro grupo, dos residentes, tem seu próprio modo de estalidos, assobios e gemidos, que quase sempre são repetidas algumas vezes. Como se cada um conhecesse o modo de "fala", se assim podemos dizer, torna-se impossível que seja reconhecido um animal pela sua voz.






Foto(s) retirada(s) do(s) site(s):

- http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/baleia-orca/baleia-orca-1.php

- http://pt.wikipedia.org/wiki/Orca

Pavão

Nome Popular: Pavão
Nome científico: Pavo Cristatus
Onde vive: Ele é originário da Índia, vivem em florestas temperadas (Taiga)
Tamanho: Altura, contando com a cauda, é de 2,15 m
Quanto pesa:
Peso do macho é de 3900grs e a da fêmea é de 3.300 grs
Filhotes por gestação:
20 a 25 ovos, eclodindo de 20 a 30 dias











Status Gerais:


O pavão é uma ave originária de Burma, Java, Malaia e Congo. Essa ave não migrou sozinha, ela foi introduzida nos outros países através do ser humano, que por vezes, pega essa ave para criação em viveiros.
O pavão é sempre lembrado como ave sagrada em quase todos os países orientais. Em países que ele não era sagrado, ele era oferecido como uma carne fina, como quando nobres iam fazer grandes festas, mandavam servi-lo.
Há mutações no pavão originário da Índia, como o pavão branco e o de ombros negros.
Tem pessoas que dizem que eles vivem até uns 50 anos. O pavão tem uma plumagem colorida e bonita, com tons de branco, azul, verde, dourado ou negro. As cores são muito fortes, para que eles possam chamar a atenção da fêmea, e ele usa a cauda como uma "hipnotização", ou seja, ele a usa como principal instrumento, em relação ao acasalamento. Na época do acasalamento, sua plumagem fica com a cor ainda mais intensa.
Na hora de dormir eles, normalmente, sobem às árvores para repousarem tranquilamente, este instinto foi colocado em sua vida de forma mais intensa para que possam fugir de seus predadores, à fim de que não fiquem expostos à qualquer perigo em meio ao período noturno.
O ovo é chocado pela própria, mas em criadouro tem pessoas que deixam outras aves os chocarem os ovos, como galinhas.
Uma coisa muito linda, talvez, só encontrada na natureza, é que a pavoa prefere morrer sendo atacada por ferozes predadores, à deixar que ele coma seus ovos.
A cauda do pavão serve para apoio durante o acasalamento, suas patas se arrancadas podem matar o pavão de tanta dor.
Quase sempre no final de Janeiro as plumas são trocadas, pois já estão velhas, mas depois de um mês, as penas renascem, com muito mais brilho do que estavam as velhas.
Os pavões alimentam-se de insetos, plantas, flores, sempre que possível, minhocas e alguns tipos de frutas, como bananas.
Essa ave está em extinção, fazendo com que os machos briguem muito mais pelas fêmeas do que seria o normal para essa espécie.
Atualmente, há muitos lugares que vendem pavões, cada um sai por cerca de R$ 1.500,00, mas se bem cuidado, em um viveiro, com vida regular, dando ração, água, tendo espaço e bem-cuidando do animal é permitido possuí-los.
Há muitas espécies de pavões, entre elas as raças albina (o pavão-branco), pavão-azul, pavão-de-ombros-negros, pavão-alerquim, pavão-verde (ou pavão-gigante), pavão-do-Congo, pavão-Michalick, e é claro, o pavão-indiano, mas todos são de uma espécie muito bela e, por isso, muitas pessoas se interessam por eles.

Selo

A Equipe Animal em Risco oferece esse selo para o Preservblog (http://preservblog.blogspot.com/), por ser um blog que investe muito na conscientização de que é necessário a preservar a natureza!

Camelo

Nome Popular: Camelo
Nome científico: Camelus dromedarius
Onde vive: No deserto e semi-deserto do Saara ocidental à Índia, incluindo o Chifre da África e a Península Arábica; introduzido na Austrália
Tamanho: Altura é de 1,70 à 2,10
Quanto pesa: 400 à 700kg. A fêmea pesa menos que o macho
Filhotes por gestação:
A gestação é de 13 meses nascendo 1 filhote





Status Gerais:





Na Ásia central, este animal consegue transportar sobre o dorso uma carga de mais de 300kg já nos desertos áridos cai o desempenho para 100kg. Camelos asiáticos de duas corcovas, ou dromedário africanos com apenas uma, esses animais de origem do América do Norte, há muitos e muitos mil anos.

Os camelos são os maiores animais que conseguem sobreviver no deserto escaldante. No entanto para se adaptar assim, foi necessário a adaptação deste animal, partes simples do corpo como:

  • Pêlos isolantes, ao frio no inverno e ao calor no verão
  • Narinas que podem se fechar para evitar a perda de água do corpo e para não entrar areia, nas tempestades de areia
  • Gordura nas corcovas, no tempo que houver pouca comida, é dali que que eles gastam a energia
  • Lábio superior com uma fenda para que possam arrancar as folhas de galhos com espinhos sem se ferirem
Mas, ainda assim, com todas essas adaptações, eles ficaram a mercê de leões, seus predadores, pois não conseguiam manter a velocidade necessária para fugir.
Ainda assim as adaptações dos camelos para andar no deserto é perfeita. Os pés almofadados que não deixam que ele queime os pés nas areias quentes, o que facilita a "marcha" sobre a areia macia e terrenos com pedras, apesar de que muitas vezes se machucam ao passar por desertos pedregosos.

Os passos que os camelos dão são um pouco diferentes em relação a outros animais devido ao fato de que tem as patas compridas e se apoiam apenas sobre dois dedos. No entanto, isto não impede que atravessem o deserto sem muitos problemas, graças às almofadas fibrosas elásticas que isolam seus pés do calor solo e os impedem de se enterrar na areia. A marcha habitual é em passo travado, que consiste em deslocar simultaneamente os membros de um mesmo lado do corpo. Desta forma, o camelo pode percorrer de 30 a 40 km/dia em um ritmo de 3,5 km/h, apesar de não poder manter por muito mais tempo esse ritmo.
Quando andam, quase sempre ficam uns atrás dos outros; esse é um dos motivos que os tornaram tão fáceis de domesticá-los, dando origem as grandes caravanas que existem até hoje em muitas regiões desérticas. No entanto, quando andam todos desta maneira, sua velocidade não passa de 3,5km/h. As cáfilas podem manter esse passo por dias e dias.
Quando encontram bastante água, eles tomam banho, o que é muito prazeroso para esses animais. Quando chove no deserto, a água acumula-se rapidamente, formando charcos que se mantêm por algum tempo: nessa oportunidade, os camelos bebem grande quantidade de água, de 120 a 130 litros de uma só vez. Na verdade não é um volume muito grande, se considerarmos as dimensões desses ruminantes, capazes de permanecer sem ingerir nenhum líquido por até 8 dias.
Graças à sua estrutura morfológica, esses animais conseguem comer as folhas que se encontram até 3,5m acima do solo, uma altura maior que a alcançada pelas cabras ou bois. A girafa é a única que pode superar essa altura. Graças a sua estatura, quando as plantas rasteiras estão queimadas pelo sol, basta que eles levantem a cabeça e, comam à vontade as folhas das plantas mais resistentes, ou seja, com raízes mais profundas, dando mais força à planta. Outra característica muito importante que os ajuda são seus lábios, que têm um corte bem no meio na parte superior, fazendo com que eles sejam capazes de, por exemplo, colocarem na boca um galho e puxá-lo de tal maneira que não se machuquem e "delicadamente" colham as folhas da planta.
O camelo é um ruminante, ele come as plantas e depois "regorgitam" de volta na boca para a mastigarem novamente.
A fêmea fica sempre próxima à cria para garantir a sua proteção, uma vez que para um leão, por exemplo, a cria seria uma presa fácil. A presença de quem cuida da manada (o cameleiro) também é uma opção de proteção favorável, mas na maioria das vezes ele foge.
Na briga para o acasalamento, os combates são quase sempre muito violentos. Na Turquia os ataques entre camelos eram feitos propositalmente, para as pessoas assistirem, mas os "espetáculos" foram proibidos no final de 1967.

Selo

O Blog Animal em Risco foi presenteado com o seu primeiro selo:

"Sou poderosa porque divido com vocês
a responsabilidade de preservar o ambiente,
começando com as pequenas ações do dia-a-dia
e contaminando todos que estão por perto!"

Toda a equipe do Blog Animal em Risco agradece especialmente à Cintia, do blog Preservblog (http://preservblog.blogspot.com) que nos presenteou com este selo.
Sugerimos que vocês visitem este blog para aprenderem com o seu conteúdo.

Suricata

Nome Popular: Suricata, ou, suricate, ou suricato

Nome científico: Suricata suricatta
Onde vive: África do Sul, Namíbia, Botsuana, Angola sul-ocidental
Tamanho: Corpo, 26-28cm; cauda é 22cm. Os dois sexos têm aproximadamente o mesmo peso
Quanto pesa: 0,6-1 kg
Filhotes por gestação: 11 semanas de gestação (73 a 77 dias aproximadamente), nascendo em média de 2 a 5 filhotes ; 2 ou 3 ninhadas no ano





Status Gerais:


Também chamado de sentinela, esses bichinhos em grupos de laços afetuosos, vivendo como uma grande família. Eles gostam de aproveitar os momentos de tranquilidade juntos, tanto no inverno, quanto no verão, principalmente de manhã e no entardecer. As suricatas podem ficar sossegadas, por que sempre há um deles em pé, sobre as patas traseiras, observando quase sempre em cima de um cupinzeiro ou algo pouco mais alto e esperando quaisquer sinais de perigo para os companheiros. Quando a sentinela avista perigo, como uma águia ou algo assim, ele dá o aviso, para que os outros fujam e se escondam nas tocas, ou buracos, criados por eles próprios.
A alimentação básica deles são os seguintes insetos:


  • Gafanhotos
  • Cupins
  • Dípteros (é uma ordem de insetos, que tem a caracteristica do tamanho reduzido das asas traseiras e pela qual sobressai das asas dianteiras)
  • Lepidópteros (entre algumas famílias de borboletas, são insetos que têm escamas minúsculas pelo corpo e asas, dando múltiplos padrões de coloração)
  • Coleópteros ( ordem de insetos, que incluem besouros e gorgulhos, a principal característica são as asas anteriores duras )
Mas, mantém praticamente a mesma alimentação, ou seja, os mesmos insetos e aproximadamente as mesmas quantidades

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Raramente uma suricata come repteis e pequenos vertebrados, no entanto gosta de comer tarântulas e aranhas que vivem em seu habitat
Quando a ela encontra, graças ao seu olfato, uma larva enterrada no chão ela cava, com suas longas garras em cada um dos seus quatro dedos. Estas são as mais desenvolvidas nos membros anteriores (chegando a 15mm) que nas patas anteriores (8mm). A parte anterior é a glabra até os pulsos ou seus pulsos ou seus tornozelos. Nas patas, que medem 3 X 2 cm, as pontas dos dedos, as garras e a almofada plantar se encontram separa


Olhando para uma cobra, como por exemplo uma naja, as suricatas agrupam-se com dorso arqueado e a cauda espetada. Não a dão chance, matam-na o mais breve o possível, mas não a comem, pois para eles é mais importante a segurança que aquele cadáver dá do que o perigo representado quando viva.

As suricatas vivem tocas um tanto complexas, mas no entanto organizadas, parte dela se divide para o "banheiro", para a sentinela, que uvem lá de baixo quando o inimigo passa do lugar de risco para eles, e, outras câmaras que deixam a toca muito funda. A toca não tem uma entrada só, há várias, das quais eles se enfiam para escapar de predadores.Durante a estação quente, o convite para o acasalamento pode ser feito tanto pelas fêmeas quanto pelos machos.


Os filhotes nascem após 11 semas do acasalamento. A fêmea pode dar à luz a uma média de três filhotes. Todos os adultos formam como se fosse um grupo, para ajudar na segurança das crias, mas não a genitora. Ela fica longe naturalmente, para poder se alimentar e ter energia para amamentar o filhote. Não é a mãe quem traz à cria a primeira presa, são as outras suricatas, caçam e matam e dão aos pequenos, assim que eles completem a terceira semana de sua vida.
Bem escodidas de ataques súbitos, os filhotes aprendem rapidamente como se aquecer no sol e mostram bastante curiosidade, uma característica da espécie.