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Rena

Nome Popular: Rena ou Caribu
Nome científico: Rangifer tarandus
Onde vive: Habita a tundra, em países como Canadá, Alaska, Escandinávia, Rússia e Islândia
Tamanho: De 1,6 a 2,2 metros
Peso: De 200 a 300kg
Filhotes por gestação: Geralmente um, a gestação dura de 7 a 8 meses.











Status Gerais

















São cervídeos herbívoros e ruminantes de grande porte, entretanto os machos são maiores que as fêmeas (chegando até o dobro de seu tamanho).
É revestido por duas camadas de pêlo, uma muito densa e curta (interna), e outra longa (externa), suas cores variam de branco, cinza ou, mais comum, castanha com partes mais claras.
Possuem galhadas em ambos os sexos, isto ocorre somente com este animal, dentre os cervídeos, eles trocam de galhadas todos os anos.
No verão esta armação é revestida por uma camada fina de pele, semelhante a veludo, chegando o inverno a pele seca e o animal esfrega as galhadas o máximo que pode para arrancá-la, ficando toda branca. Neste período chega a época de acasalamento, quando começam a ficar agressivos e darem cabeçadas para disputarem as fêmeas, usando a armação como arma, depois deste período a galhada cai, voltando a nascer novamente na primavera. A cada nova galhada que cresce, seu tamanho aumenta. Dentre os cervídeos a rena é quem possui a maior galhada. A galhada das fêmeas são mais curtas e menos elaboradas, elas as usam para proteger suas crias dos perigos. Assim como os bois almiscarados, quando necessário para proteger um filhote, eles o circundam apontando suas armações para o predador com o objetivo de intimidá-lo. Os machos, comumente protegem o grupo familiar, é raro protegerem a cria. Não obstante, só usam as galhadas em ultimo recurso, preferindo fugir aos perigos que enfrentá-los, já que seus sentidos são muito apurados.
Esses belos animais se alimentam especialmente de bambus, ervas rasteiras, líquens, cogumelos e raízes. Apesar da difícil digestão e de obterem poucas calorias, as renas o comem porque possui uma substância que os ajuda a manter o corpo aquecido em meio a neve. Conseguem este musgo cavando a neve com suas patas ou até mesmo com as galhadas. A alimentação neste ambiente é escassa, por isso suas manadas de andar longas distâncias para terem do que se alimentar sendo, geralmente, são guiadas pelos machos mais experientes, e assim que o bando chega ao destino a vigilância contra predadores fica sob a responsabilidade das fêmeas mais maduras. Suas patas são peludas e possuem cacos largos e flexíveis, a possibilitando de andar sobre a neve sem maiores problemas.
São predadas por lobos, por águias-douradas e corvos que muitas vezes comem os olhos dos recém nascidos, o que os leva a morte por outros predadores. Os humanos tentam a domesticar para que puxem trenós, e se utilizarem o sangue, a carne, o leite, as galhadas e o couro.
São boas nadadoras, muitas vezes se atiram à água fria para fugir de seus predadores. Sua expectativa de vida é de aproximadamente 15 anos.
Atualmente, com temperaturas mais quentes e, portanto, mais chuvas e derretimento da neve, forma lâminas de gelo sobre a neve assim que a água congela novamente, impedindo destes animais cavarem a neve com seus cascos, deste modo muitas vezes estes animais acabam por morrerem de fome. A dieta destes animais na tundra é muito escassa, baseando-se de gramíneas e alguns poucos arbustos (no verão), e no inverno quase que totalmente de liquens, pois as plantas não crescem mais por causa da neve, assim influencias climáticas podem acabar em desastres para esta espécie tão evoluída para a tundra.

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Capivara

Capivara
Nome Popular: Capivara Comum
Nome científico: Hydrochoerus hydrochaeris
Onde vive: Em alguns lugares das Américas do Sul e Central, próximas a rios, lagos, praias fluviais e regiões pantanosas
Tamanho: Mede até 1,30 m de comprimento e até 60 cm de altura
Peso: Pesa até 100 kg, embora a média seja 50 à 60 kg
Filhotes por gestação: A gestação varia de 120 a 140 dias, tendo de 2 a 6 crias por ninhada




Status Gerais
Pouco Preocupante
Protegido



















Seu nome vem do tupi “Kapi wara”, que significa comedor de capim. Este animal é o maior roedor herbívoro do mundo, comendo capim e ervas.

Desde o descobrimento do Brasil esses animais já eram domesticados pelos índios, já que estes tinham interesse em sua carne. Hoje há estudos para manter esse animal em cativeiro visando acabar com a caça predatória, mas não são feitos muitos esforços para isso.

Esse animal já foi muito caçado no passado para a comercialização de pele e óleo, que eram considerados como propriedades medicinais, entretanto, hoje não se encontram em risco. Atualmente ela continua a ser caçada em alguns lugares do Brasil e no norte da Argentina para abate, porém no Brasil isso tem de ser licenciado pelos órgãos de controle animal, já que é uma espécie protegida neste país.

Possui pés com quatro dedos nas patas dianteiras e três nas traseiras, sendo que entre os dedos há membranas, já que ela fica muito tempo na água, usando-a de defesa ou para se reproduzir, evitando assim os predadores. Ela pode ficar debaixo da água por até 5 minutos e embora não prefira, pode se alimentar em baixo dela também e para dormir ela fica subemersa e deixa apenas o nariz para fora, já que as narinas são próximas do topo da cabeça, bem como os olhos e orelhas. Vivendo em regiões pantanosas preferem ficar acordadas à noite, ou no final da tarde, seus principais predadores são onças, jacarés (mais para os filhotes) e piranhas.

Vivem em manadas que podem chegar até 30 indivíduos em liberdade e quando se locomovem em terra andam em fila por trilhas já conhecidas. Quando sentam tomam a postura de um cão, o que é relativamente incomum na natureza.

Seus dentes incisivos são muito grandes, medindo de largura cerca de 1 cm e, como em todo roedor, eles crescem sem parar, até chegarem 7 cm se não forem desgastados com mordidas em pedras ou troncos de árvores.

As crias nascem de olhos abertos, com pêlos e dentição formada. Têm um desenvolvimento rápido, querendo nadar na primeira semana de vida, o que os torna alvos fáceis para jacarés e piranhas, se os pais permitissem que fossem a águas mais profundas e se alguma cria se perde, pede socorro com gritos fortes e agudos, fáceis de serem escutados. Desmamam com cerca de três meses e pode se tornar independentes na manada ou para criar uma nova.

Apenas lembrando, para fazer uma criação de animais silvestres é necessário uma autorização concedida pelo IBAMA.
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_________________________________________________________________________________ Agradecemos Vítor Ximenes, do blog Nature & Culture por pedir essa postagem!

Iguana Marinha


Nome Popular: Iguana Marinha
Nome científico: Amblyrhynchus cristatus
Onde vive: Vivem em zonas rochosas em beira mar, no arquipélago das ilhas Galápagos
Tamanho: Até 1,40 m
Peso: Cerca de 4 kg
Filhotes por gestação: Entre 1 a 6 ovos que demoram até 4 meses para eclodir


Status Gerais
















Este animal é o único lagarto do mundo que tem hábitos marinhos[¹]. Ele é pecilotérmicos, (ectotérmicos), e sendo assim pode passar apenas um determinado tempo no mar gelado, depois tem que ficar exposta ao sol para poder se reaquecer. Quando está fria, ela não consegue se mexer muito bem e por isso fica vulnerável à ataques de seus predadores e isso muda seu comportamento, ela fica muito mais agressiva e ataca à qualquer um que esteja em seu alcance. Quando muito, podem mergulhar numa profundidade com mais de 15 metros e prender a respiração por 30 minutos.

Ela é herbívora, se alimenta mordiscando algas marinhas incrustadas nas rochas expostas na maré baixa, ou mergulha até o leito da costa para encontrar alimentos mais ricos (segundo I Love Répteis). Apenas as maiores iguanas mergulham para comer, pois para elas a perca de calor não tão grande e podem submergir até 25 metros, onde há mais algas e menos concorrência. As menores (que são cerca de 95% do total) esperam a maré baixa. Ou seja, de acordo a perca de calor relativa ao tamanho é que definirá o modo de alimentação de cada individuo.

A água onde mergulham é extremamente fria por causa das correntes marítimas, apesar de estar próximo à linha do equador. No mar quando se alimentam também acabam ingerindo uma quantidade de sal em excesso, que seria tóxico se ela não o eliminasse através de uma glândula que existe no seu nariz por espirros.

O mês que se reproduzem é dependente da ilha em que se encontram, mas nesta época o macho fica com cores mais fortes afim de chamar a atenção das fêmeas. As fêmeas enterram seus ovos mais no interior da ilha, na areia ou em buracos vulcânicos e ficam vigiando durante alguns dias, mas depois os deixa. Os filhotes nascem, com características e movimentos que os assemelham aos adultos.

Uma das coisas que realmente se tornou uma ameaça para estes animais foi a introdução de novos predadores, como cães, gatos e ratos, (mesmo que geralmente fiquem onde humanos estejam), que comem os filhotes e os ovos. Isso acabou por fazer um declive na população, mas, apesar disso, segundo a IUCN, não se sabe se a tendência da população. E, vivendo nas ilhas de Galápagos, estão em território protegido, uma das

[¹] Existem quatro ordens entre os répteis, entre elas a ordem Crocodilia , que abrange os crocodilos, gaviais e jacarés com cerca de 23 espécies; a ordem Rhynchocephalia, com os tuataras, apenas 2 espécies; a ordem Squamata, que incluem lagartos (como o a Iguana Marinha) e serpentes, cerca de 7 600 espécies e a ordem Testudinata, com as tartaruagas, com cerca de 300 espécies.

Hipopótamo


Nome Popular: Hipopótamo comum
Nome científico: Hippopotamus amphibius
Onde vive: São encontrados em rios e pântanos na Africa, especialmente nos lugares mais úmidos
Tamanho: Até 4 metros
Peso: 3500kg
Filhotes por gestação: Com uma gestação de 240 dias (8 meses), nasce apenas um filhote, raro os gêmeos


Status Gerais

















A palavra hipopótamo significa "cavalo do rio", porque os europeus que foram os primeiros que viram hipopótamos acharam que seria um bom nome por causa do seu tamanho.

Vivem em bando e, durante o dia ficam imersos na água para proteger sua grossa pele do sol forte. Esses animais saem a noite para se alimentar de plantas, geralmente da vegetação das margens do rio e, mesmo assim sempre ficam alertas; qualquer barulho fara com que o grupo volte imediatamente à segurança sub-aquática. Para se alimentar, arrancam a vegetação do chão e os lábios levam a grama até os molares onde são moídos. Os seus dentes caninos e incisivos não ajudam em nada na alimentação. A quantidade de alimento que comem não é muito grande em relação ao corpo do animal, mas por não serem muito agitados e por dormirem o dia todo sua necessidade energética acaba reduzindo a quantidade de alimento que poderiam precisar. O seu estômago tem quatro câmaras, como os das vacas e outros ruminantes, embora essa animal não rumine.

Se for necessário sair durante o dia, o seu corpo menos as orelhas, lábios e a cauda que são as únicas partes que têm alguns pelos pequenos, secreta uma substância que protege o animal do sol, para que não se queime. Muitas são as características que tornam o hipopótamo um bom nadador, entre elas suas destacam-se de suas adaptações corporais o fato de conseguirem segurar a respiração por até cinco minutos, suas narinas serem fechadas quando mergulham e membranas entre seus quatro dedos dedos. Por de ter um número par de dedos ele é classificado como um ungulado. Seu corpo tem uma pele grossa, patas fortes e curtas como a cauda. Seu focinho é largo e arredondado. Seus caninos inferiores crescem por durante toda a vida, ficando até com mais de 25 cm.

A fecundação da fêmea ocorre dentro da água, ficam submersos, mas têm de emergir a cabeça para respirar. É uma das poucas espécies de mamíferos que a cria nasce dentro da água, como os peixes-boi. O filhote nasce com um peso de 20 a 45kg e tem que nadar até a superfície para poder respirar pela primeira vez.Quando se está muito fundo para a cria nadar, muitas vezes ela fica em cima das costas da mãe enquanto ela nada. Eles também mamam embaixo da água na maioria das vezes, mas o fazem também quando a mãe está na terra. Começam a desmamar cerca de oito meses depois e quando completam um ano já comem somente a grama.

Esses animais são naturalmente agressivos, ainda mais quando os recém nascidos estão por lá. Eles defendem as crias de Crocodilos do Nilo, Leões e hienas que se arriscam a fazer ataques. São agressivos com humanos também, atacam pessoas e barcos sem nenhum tipo de provocação que se possa notar e por isso são considerados um dos animais mais perigosos e temidos da África. Costumam demarcar seu território espalhando suas fezes com a cauda e isso também aduba a terra.

Muitas vezes eles brigam por território, mas não é comum que um deles mate o oponente. Se o espaço que esses animais não for o suficiente, seja por superpopulamento, seja por devastação da área, eles tentam manter um número de crias menor, matando a maior parte das que nascem, mas isso não ocorre normalmente.

Vivem em grupos de até cerca de vinte animais, vivem as fêmeas e crias com a liderança de um macho. É interessante saber que esses animais eram sagrados para os antigos egípcios. A deusa da fertilidade, Tuéris, foi representada como um hipopótamo bípede.

O tempo médio de vida esperado para esse animal é de 40 anos, mas por invadir plantações, o comércio de suas presas e a falta de incentivo à preservação do habitat a população está em declínio (segundo a IUCN). Foi classificado como vulnerável em 2008.

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Ocapi

Ocapi
Nome Popular: Ocapi
Nome científico: Okapia johnstoni
Onde vive: São encontrados nas florestas tropicais de Zaire nas altitudes entre 500 e 1 000m.
Tamanho: Comprimento de 2 a 2,5m e altura de 1,5 a 2 metros
Peso: De 200 a 300kg
Filhotes por gestação: Com a gestação de 14 meses nascendo apenas uma cria.




Status Gerais
Quase Ameaçado


Protegido
O Ocapi é uma espécie totalmente
 protegida pelo direito do Congo












O Ocapi é um animal que possui cascos, com semelhanças a girafa, embora o pescoço curto, os machos possuem dois cornos na cabeça cobertos de pele, o que não ocorre nas fêmeas. Suas patas dianteiras e traseiras são zebradas, e no resto do corpo predomina o castanho avermelhado, menos na cabeça que é esbranquiçada.
Ambos, machos e fêmeas, possuem glândulas interdigitais nas suas patas dianteiras
Esse animal é muito tímido, por isso só foi descoberto por volta de 1900, por um explorador inglês que tinha um bom contato com os pigmeus. A descrição dessa espécie só ficou conhecida por volta de 1917 quando um zoológico norte-americano capturou um deles e expôs ao público. Atualmente já pode ser encontrado em diversos zoológicos, mas continua sendo pouco conhecido por pesquisadores da vida animal. Em cativeiro gostam de comer legumes, se afeiçoam aos seus tratadores e vivem em média 30 anos, já na natureza apenas uns 20.
É um ruminante e sua alimentação natural inclui  gramíneas, ervas, folhas, frutas, brotos, samambaias, fungos, bagas, etc. É um animal com uma língua de 30 cm (aproximadamente), que além de colher os alimentos, servem para limpar as próprias pálbebras e orelhas com ela!
A reprodução ocorre geralmente o ano todo, em especial nos meses de maio e junho, e nos meses de novembro e dezembro, nascendo um filhote só, após uns 14 meses de gestação. Esse ciclo entre uma geração e outra dura cerca de dois anos.
Durante o cortejo que dura mais do que um mês, o macho acompanha a fêmea, seguindo seus grunhidos e as marcas da sua urina. Quando machos se encontram, em especial na época do cio, são bastante agressivos tendo uma briga com batidas de pescoços e chifradas, como as que as girafas fazem.
Os filhotes emitem sons para manter o contanto com sua mãe, e receberam seus cuidados até os próximos 6 meses. Ele será amamentado por volta de até os 10 meses de idade.
Seu predador natural, em especial aos filhotes, é o leopardo, mas caçadores também o procuram em meio as florestas para os matarem. O Ocapi usa a mesma tática das zebras com a camuflagem, usando as listras para enganar e escapar de seus predadores. As listras são usados para confundir seu perfil entre a vegetação rasteira.
Estimam que exista cerca de 6500 desses animais numa área de 13 100km² em reserva. No mundo todo existem cerca de 35000 a 50000 animais.

Gorila


Nome Popular: Gorila
Nome científico: Gorilla gorilla
Onde vive: Principalmente floresta tropicais e sub-tropicais
Tamanho: Mede em média 1,80 à 2m
Peso: De 170 até 250 Kg (o macho), as fêmeas pesam a metade que os machos
Filhotes por gestação:Cerca de 9 meses, igual ao ser humano, nascendo, normalmente, um único filhote






Status Gerais:
















Os gorilas são mamíferos-primatas, moram nas florestas tropicais do centro da África. Eles tem 98% a 99% do DNA dos seres humanos fazendo assim com que os gorilas sejam um dos primatas mais próximos aos humanos, mas perde apenas para o chimpanzé, que é o parente mais próximo aos humanos. Até hoje os gorilas são os maiores primatas descobertos pela ciência.
Esses animais vivem em florestas sub e tropicais, na África, apesar de sua distribuição geográfica ser apenas uma pequena parte, eles estão em altitudes bem variadas, como por exemplo o Gorila-das-Montanhas, que vivem em áreas das montanhas de Albertine Rift, 2.225 até 4.270 metros de altura, mas também há outros que vivem a alturas bem menores e, há aqueles que vivem em, até mesmo, pântanos e marismas.
Normalmente os gorilas andam com as quatro patas, sendo que, as patas anteriores (os braços) são mais longas que as posteriores (as pernas). Eles usam as juntas dos dedos para colocar o peso do corpo.
A alimentação básica são frutos e bagas, que, com total cuidado, selecionam. Também gostam e comem muitos tipos de raízes, folhas, capim e, ocasionalmente insetos (que são 2% desse variado cardápio.
Todos gorilas têm o mesmo tipo de sangue: o tipo B. Como os seres humanos, cada um deles possuem uma impressão digital, também como os seres humanos, única.
Todas as espécies de gorilas estão ameaçadas de extinção. Entre todas as ameaças à sobrevivência dos gorilas, incluem principalmente destruição do habitat e o Mercado de Carne de Caça. Em 2004 centenas de gorilas no Odzala National Park, na República do Congo foi dizimada por um vírus, seu nome era Vírus Ébola. Um estudo por uma revista científica declarou que mais de 5000, desses animais morreram pela epidemia desse vírus.
Mas em 2008, um estudo a Wildlife Conservsation Society, disse que apareceu uma população de gorilas que, até em então, era desconhecida, isso duplicou o número de gorilas na natureza, elevando à 125.000 aproximadamente.
Na natureza, esses primatas gigantes podem viver até 40 anos, mas em cativeiro aumenta mais um pouco, chagando até 50 anos.
Esse animal bate no peito, como ameaça. Suas mãos ficam em forma de concha, fazendo um barulho que lembra o do tambor.
Suas mandíbulas têm dentes que são semelhantes ao do leão ou do tigre, mas, ainda assim, ele não é agressivo, muito pelo contrário, ele, sempre que possível, evita aos humanos, pois eles são extremamente tímidos. Pelo fato de ser grande e de aparência intimidadora, foram surgindo lendas sobre eles, como o King Kong.
Quando, nos seus raros ataques, ele dá um aviso, mas se o oponente insiste, ele o ataca bravamente.
Entre todas as outras espécies, existem o Gorila-das-Planícies e o Gorila-das-Montanhas, o jeito que vivem: são liderados por um macho dominante, mas há sempre um outro bando, nesse caso, liderados por machos, no entanto esses são menos dominantes, que lideram fêmeas velhas ou fracas.
Cada bando de gorila pode entrar e sair do território de outro sem problemas ou confrontos.

CuRiOsIdAdEs:

- Os gorilas podem carregar até 2 toneladas somente usando os membros posteriores



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-http://www.kaliteliresimler.com/

Coelho (especial de Páscoa)

CoelhoNome Popular: Coelho
Nome científico: Os dois principais são: Oryctolagus e Sylvilagus
Onde vive: Vivem em zonas onde o mato é abundante, preferindo terrenos secos e arenosos, para a construção de covas
Tamanho: 90 cm de comprimento
Filhotes por ninhada: Em cada uma das ninhadas, de 4 a 6 por ano, nascem em média até 8 crias

Status Gerais:

Pouco Preocupante


Coelho-Europeu

Coelho das Américas
Muitas pessoas têm como bichinho de estimação o coelhos, que são animais com uma aparência bonita. Há muitas espécies, entre elas, o coelho europeu. Ela veio do sudeste da Europa, e se espalho por todo o mundo. Como não tem defesas contra seus predadores naturais, os lobos, raposas, aves de rapina, ser humano e outros (falaremos mais sobres seus predadores depois), eles têm o desenvolvimento maior no aparelho auditivo e, um pouco de desenvolvimento, no olfato, e ajuda também os seus hábitos noturnos e abrigos abaixo do solo. Sua audição é tão apurada que há cientistas que dizem que os coelhos ouvem coisas que para nós, humanos, não conseguiríamos ouvir.
Como eu já disse nas noções básicas do animal, em geral, os coelhos têm em média de 4 a 6 ninhadas por anos, o período de gestação, pelo menos dessa espécie, é de seis semanas e, a fêmea, pode dar à luz depois de uns seis meses de vida. Os filhotes nascem cegos, e sem pêlos. Doze horas após o parto, a menina já pode ter um novo acasalamento, mas em mais da metade das vezes que ela da à luz, ela são reabsorvidos pela mãe, na maioria das vezes, quando há superpolução, ou quando eles não têm o que comer, ou ainda, quando o ambiente em que está não há condições de vida.
Algumas pessoas comem sua carne, sua pele também é muito apreciada, de acordo com a qualidade do pêlo, mas outros dizem que, não compensam essas qualidades, pois causam enorme prejuízo à agricultura geral.
Do coelho-europeu não domesticados, isto é, selvagens, é que foram "criadas" outras espécies de coelhos domésticos, geralmente feito em grandes criações para corte.


Coelho-das-Américas

Coelho das Américas










O gênero Sylvilagus, envolve desde os tapitis do nosso Brasil e as outras espécies da América do Norte (dos EUA). Estas espécies são menores do que as lebres verdadeiras com as orelhas, membros posteriores e cauda ligeiramente menores. Pelo fato de terem os membros menores, ao invés de correrem de seus predadores eles se escondem em buracos, ou em túneis ou, até mesmo, entre as raízes de uma árvore frondosa.
Essa espécie tem a aparência e o comportamento semelhante ao dos europeus, mas diferem, também, por que não cavam buracos para construir suas moradias.
os tapitis são conhecidos por nomes de candimba, ou bem mais comumente, lebre. Tem em média 30 cm de comprimento. Seus pêlos são pardos-amarelados.
Vivem nas pradarias mais sujas, roças onde não há movimentação constante e próximo da entrada de matas e florestas, onde preferem não invadir.
Passa o dia em meio de plantas, com troncos, onde usam o mesmo espaço para crescerem, saem de lá para a procura de sua alimentação, vegetais. Em conta do desmatamento pode invadir plantações e dizimar em poucos dias, com uma só população desses animais.

Geral

Os coelhos conquistaram muita gente pelo fato de ser um animal manso, dócil e aparência bela. Crianças, adultos, homens e mulheres (principalmente as mulheres), no entanto, um dos seus piores inimigos é o próprio ser humano, milhões de coelhos são mortos, apenas por esporte, e, agricultores, matam-nos para defenderem suas colheitas.
Seus inimigos naturais são coites, raposas, bisões, fuinhas, aves como gaviões, corujas, e alguns canídeos e felideos, todos esses, eles caçam coelhos para se alimentar. Se seu predador chegar muito perto, o bichinho corre, se assustado, pode dar saltos longos, de até 3m, e sua velocidade vai à 100km/h. Sua técnica para quando corre também é inteligente: corre em ziguezague. No final da fuga, ele, quase sempre, consegue ses enfiar em uma toca, ou em um tronco oco, ou até mesmo em um mato alto, quaisquer coisas que sirvam de esconderijo para ele já é o suficiente para conseguir se salvar.
O sentido da real páscoa, para os cristãos, significa a ressurreição de Cristo, e o coelho foi escolhido para representar a páscoa, devido ao fato de ele ser um animal que tem a reprodução muito rápida e muitos filhotes por gestação, representando assim, a vida.
Nas outras culturas, o ovo trazia a ideia de começo de vida. Os povos costumavam presentear os amigos com ovos, desejando-lhes boa sorte. Os chineses, também, já costumavam distribuir ovos coloridosentre amigos, na primavera, como referência à renovação da vida.


Pelo fato da postagem estar um pouco atrasada, esperamos que todos tenham tido uma Feliz Páscoa!


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- http://www.baixaki.com.br/
- http://correiogourmand.com.br/
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Camelo

Nome Popular: Camelo
Nome científico: Camelus dromedarius
Onde vive: No deserto e semi-deserto do Saara ocidental à Índia, incluindo o Chifre da África e a Península Arábica; introduzido na Austrália
Tamanho: Altura é de 1,70 à 2,10
Quanto pesa: 400 à 700kg. A fêmea pesa menos que o macho
Filhotes por gestação:
A gestação é de 13 meses nascendo 1 filhote





Status Gerais:





Na Ásia central, este animal consegue transportar sobre o dorso uma carga de mais de 300kg já nos desertos áridos cai o desempenho para 100kg. Camelos asiáticos de duas corcovas, ou dromedário africanos com apenas uma, esses animais de origem do América do Norte, há muitos e muitos mil anos.

Os camelos são os maiores animais que conseguem sobreviver no deserto escaldante. No entanto para se adaptar assim, foi necessário a adaptação deste animal, partes simples do corpo como:

  • Pêlos isolantes, ao frio no inverno e ao calor no verão
  • Narinas que podem se fechar para evitar a perda de água do corpo e para não entrar areia, nas tempestades de areia
  • Gordura nas corcovas, no tempo que houver pouca comida, é dali que que eles gastam a energia
  • Lábio superior com uma fenda para que possam arrancar as folhas de galhos com espinhos sem se ferirem
Mas, ainda assim, com todas essas adaptações, eles ficaram a mercê de leões, seus predadores, pois não conseguiam manter a velocidade necessária para fugir.
Ainda assim as adaptações dos camelos para andar no deserto é perfeita. Os pés almofadados que não deixam que ele queime os pés nas areias quentes, o que facilita a "marcha" sobre a areia macia e terrenos com pedras, apesar de que muitas vezes se machucam ao passar por desertos pedregosos.

Os passos que os camelos dão são um pouco diferentes em relação a outros animais devido ao fato de que tem as patas compridas e se apoiam apenas sobre dois dedos. No entanto, isto não impede que atravessem o deserto sem muitos problemas, graças às almofadas fibrosas elásticas que isolam seus pés do calor solo e os impedem de se enterrar na areia. A marcha habitual é em passo travado, que consiste em deslocar simultaneamente os membros de um mesmo lado do corpo. Desta forma, o camelo pode percorrer de 30 a 40 km/dia em um ritmo de 3,5 km/h, apesar de não poder manter por muito mais tempo esse ritmo.
Quando andam, quase sempre ficam uns atrás dos outros; esse é um dos motivos que os tornaram tão fáceis de domesticá-los, dando origem as grandes caravanas que existem até hoje em muitas regiões desérticas. No entanto, quando andam todos desta maneira, sua velocidade não passa de 3,5km/h. As cáfilas podem manter esse passo por dias e dias.
Quando encontram bastante água, eles tomam banho, o que é muito prazeroso para esses animais. Quando chove no deserto, a água acumula-se rapidamente, formando charcos que se mantêm por algum tempo: nessa oportunidade, os camelos bebem grande quantidade de água, de 120 a 130 litros de uma só vez. Na verdade não é um volume muito grande, se considerarmos as dimensões desses ruminantes, capazes de permanecer sem ingerir nenhum líquido por até 8 dias.
Graças à sua estrutura morfológica, esses animais conseguem comer as folhas que se encontram até 3,5m acima do solo, uma altura maior que a alcançada pelas cabras ou bois. A girafa é a única que pode superar essa altura. Graças a sua estatura, quando as plantas rasteiras estão queimadas pelo sol, basta que eles levantem a cabeça e, comam à vontade as folhas das plantas mais resistentes, ou seja, com raízes mais profundas, dando mais força à planta. Outra característica muito importante que os ajuda são seus lábios, que têm um corte bem no meio na parte superior, fazendo com que eles sejam capazes de, por exemplo, colocarem na boca um galho e puxá-lo de tal maneira que não se machuquem e "delicadamente" colham as folhas da planta.
O camelo é um ruminante, ele come as plantas e depois "regorgitam" de volta na boca para a mastigarem novamente.
A fêmea fica sempre próxima à cria para garantir a sua proteção, uma vez que para um leão, por exemplo, a cria seria uma presa fácil. A presença de quem cuida da manada (o cameleiro) também é uma opção de proteção favorável, mas na maioria das vezes ele foge.
Na briga para o acasalamento, os combates são quase sempre muito violentos. Na Turquia os ataques entre camelos eram feitos propositalmente, para as pessoas assistirem, mas os "espetáculos" foram proibidos no final de 1967.

Zebra

Nome Popular: Zebra
Nome científico: Equus burchelli
Onde vive: Nas savanas da África
Tamanho: Comprimento é de 2,4cm
Quanto pesa: 250 a 320kg
Filhotes por gestação: 360 dias de gestação, nascendo uma só cria, raríssimos os partos múltiplos












Status Gerais:

Com exceção da sub-espécie: Zebra das Montanhas

A zebra é um dos poucos eqüídeos, de listas brancas e pretas em seu corpo, esse pequeno "cavalo" é um dos poucos dos originários da América que sobreviveram.
Ela pode nadar, embora não seja uma atividade da qual ela goste, para atravessar um rio, é necessário um motivo importante. Manter a cabeça
acima da superfície da água, é uma posição que incomoda esses animais. Os motivos que podem fazer uma manada de zebras atravessar um lago, pode ser um pasto verdejante no outro lado, o que poderia fazer uma manada inteira atravessar um lago, ou um rio, de grandes dimensões. Para um macho que vê uma fêmea na outra margem, não teme atravessar o curso da água.
Para se livrar de insetos e parasitas, elas se jogam na terra, rolando de um lado para o outro, e assim que uma começa a fazer tais movimentos, juntam-se outros membros para imitá-la também, pois são animais extremamente sociais. Todos os equídeos rolam em chão poeirento para se livrar de insetos indesejáveis.
Embora não pareça, cada zebra tem um padrão diferente de listras. Assim como a impressão digital dos humanos, cada um dos animais têm um padrão próprio de listras que se diferem uma das outras de suas colegas. Esses padrões servem não só para os cientistas, mas provavelmente, também para as zebras se reconhecerem entre si. Elas se reconhecem também por relinches, zurros e odores.
Quando um filhote é recém-nascido, ele mal aguenta o peso do próprio corpo sobre as patas. A mãe dele, o lambe para retira-lo de dentro do invólucro que abriu assim que nasceu, mas, ainda assim, ficou por cima de parte de seu corpo.
A aprendizagem dos potros é interessante, uma das coisas da qual eles aprendem é que, quando ainda pequenos é seguir sua mãe, segui-la cegamente, em qualquer lugar onde ela os leve, esta é uma das lições mais importantes que o filhote deve aprender logo após os primeiros meses de vida. O macho também zela pela cria, como quando ela se perde, o próprio vai atrás dela. A fêmea é quem a amamenta até o sexto ou sétimo mês de vida.
Os cascos são as armas das zebras, tanto pelas bordas cortantes, quanto a força dos temíveis coices. Quando os machos brigam, eles tentam sempre proteger as patas das mordidas de seus oponentes, mas quando eles brigam a valer, as mordidas podem ser sérias e acabar por fazer ferimentos graves. No entanto, na maioria das vezes as supostas lutas são apenas simulações. Enquanto para outros animais, o vencedor da luta é aquele que demonstra maior força e brutalidade, para as zebras, o vencedor é aquele que mostra ser mais ágil que o seu oponente, podendo mudar a direção repentinamente, para depois voltar a sua posição de ataque.
A alimentação da zebra baseia-se em pastar, mas, mesmo quando pastando, ainda assim é perigoso que predadores os surpreendam em ataques, então enquanto pastam se mantêm sempre atentos, para não serem pegados em ataques surpresas. Para ajudar na observação do terreno eles sempre procuram pastar em campos abertos, com a família por perto.
As zebras bebem água pelo menos uma vez a cada dia, ainda assim, têm de tomar cuidado com possíveis crocodilos que os espreitam p
erto das margens onde elas se aproximam para matar a sede.
Atualmente existe aproximadamente 300.000 zebras na África com a maior parte concentrada na Tanzânia e no Quênia, onde reservas e parques nacionais de vasto porte permite que as zebras possam fazer a migração de cada ano.
As zebras, normalmente, não são encontradas em fazendas ou sítios porque é necessário um espaço muito grande e são animais de difícil domesticação, por isso são capturadas unicamente para estudo e tratamento, logo após são soltas pelos cientistas no habitat natural dessa espécie.

CuRiOsIdAdEs:
Uma zebra, imóvel, quando suas semelhantes a cheiram e dão-lhe mordiscadas, e ela aceita, esse comportamento mostra que, provavelmente, são da mesma família.





Elefante

Nome Popular: Elefante-africano
Nome científico: Loxodonta africana
Onde vive: África, florestas, campos savanas e áreas semi-desérticas
Tamanho:
3 metros de altura.
Quanto pesa: 7 ton
Filhotes por gestação: Gestação de aproximadamente 660 dias (20 a 22 meses), nascendo apenas 1 filhote




Status Gerais:


Quase Ameaçado

Protegido






Os elefantes elegem para a sua proteção uma matriarca, o membro mais velho da manada; a matriarca é aquela que lembra do caminho por onde percorrem e por tanto pode-se dizer que é ela quem lembra o caminho da sobrevivência, o grupo de onde as fêmeas vivem têm de 10 a 15 membros, onde há várias reprodutoras e filhotes de idades diversas, os machos na idade jovem, podem viver em pequenos grupos e, os machos na idade adulta vivem isolados, encontrando as fêmeas apenas no período de reprodução.
Os filhotes do grupo nascem pesando em média uns 90kg e caminham no centro da manada como forma de proteção.
Sensível como a ponta dos dedos, a tromba é utilizada como um quinto braço, quando totalmente desenvolvida, serve para a derrubada das árvores para pegar das copas os brotes dos quais eles adoram (como fonte de alimentação). Mas pode também apenas pegar frutinhos do solo.
A tromba do elefante é muito importante para a sua sua sobrevivência, pois é por meio dela que esse mamífero consegue beber água, ele chupa a água com sua tromba, e despeja-a em sua boca, onde ele bebe o máximo o possível até que a água escorra. A tromba pode se agarrar também nos ramos das árvores para colocá-la em sua boca e ingerir o alimento tão necessário para sua sobrevivência, pois ele é herbívoro. Sua alimentação compõe-se basicamente de ervas, gramíeas, frutas e ramos de árvores. Um elefante totalmente desenvolvido pode comer 70 a 150kg de alimento por dia.
Os Elefantes-Africanos são maiores e têm orelhas mais desenvolvidas que a espécie asiática, o desenvolvimento das orelhas é uma adaptação para a refrigeração de seu corpo quando está em temperaturas altas; outra diferença importante é a ausência de presas de marfim nos elefantes asiáticos. O marfim é usado para a derrubada de árvores e para cavar o solo, para pegar coisas como fonte de alimentação.
Os elefantes africanos são caçados por décadas, para que os caçadores retirem as presas desses animais, que atingem preços absurdos no mercado negro. Nesses últimos anos foi proibido o comércio das presas de elefantes; todas as que estavam com os comerciantes forma queimadas para evitar que alguém compre esses produtos ilegais.
As guerras que permanecem em todos ou quase todos os países africanos, mataram os elefantes de grandes territórios para usarem sua presa para o armamento da guerra. Mas hoje, em alguns lugares há reservas para a proteção dos elefantes, o que levou a uma superpopulação em alguns desses parques. Com o número elevado de mais desses bichos, essas reservas abrem as portas de tempos em tempos para caçadores, que caçam com a autorização, alguns elefantes velhos de mais e com problemas. Isso alivia a pressão da caça ilegal, onde existe maior número deles e mantém as manados num número de populacional o suficiente para sobrevivência nas reservas de parques.
Os elefantes são animais que raramente adoecem e, quando isso ocorre, eles resistem por um tempo relativamente longo antes de serem ameaçados pela doença, isso graças ao tamanho do seu organismo. O cativeiro não é um lugar bom para a reprodução.
Por ser um animal de grande porte, e em relação a outros animais, ele se sente confortável na selva. Em geral, eles só aceitam animais da mesma espécie, embora não tenham medo de ninguém, todos os predadores ficam um pouco inquietos. Os elefantes também ficam inquietos até mesmo com animais que não são predadores como búfalos e rinocerontes.

CuRiOsIdAdEs: 


  • O Elefante é o maior mamífero terrestre.
  • A tromba do elefante têm aproximadamente 401 mil músculos.
  • Os elefantes morrem com cerca de 60 anos, quando seus molares caem impedindo a sua alimentação.

Girafa

Nome Popular: Girafa
Nome científico: Giraffa Camelopardalis
Onde vive: Vive na África, na savana
Tamanho: Pode atingir 5 a a7 metros
Peso: e pesa aproximadamente 1,2 toneladas
Filhotes por gestação: 1 por gestação, gestação de 450 dias (14 a 15 meses)









Status Gerais:



dependendo do estado conservacional

Apesar do tamanho do pescoço, há o mesmo número de vértebras que há em um pescoço humano: 7, a única diferença é que as vértebras desse incrível animal, são bem maiores que as do humanos (e a maioria dos animais terrestres); além do pescoço sua perna também tem os ossos mais alongados que dos outros animais
Ela tem o coração tão grande que pode ser até 43 vezes maior que um coração humano e chega a pesar aproximadamente 11 kg. Embora o tamanho, fica vulnerável ao seu predador, o leão, quando tem de se abaixar para beber água em lagos. Ela divide o mesmo habitat não só com o leão, mas com rinocerontes, chitas, gazelas, crocodilos, elefantes, zebras, etc.
Quando dois machos estão interessados em um só fêmea, a briga é da seguinte forma:
- Primeiro um macho se posiciona um do lado do outro;
- A fêmea fica mais a frente, apenas observando quem será o campeão;
- Os machos abaixam levemente as cabeças;
- Os dois dão pescoçadas um no outro até que um deles desistam.
O macho campeão irá se acasalar, e outro procurará outra fêmea.
Graças ao tamanho da girafa, ela se alimenta das folhas das copas das árvores, principalmente da acácia, que é uma parte principal de sua alimentação.
A girafa vive na savana, então sua alimentação é balanceada entre suas folhas e frutos que come, mas em zoológicos ela também recebe uma alimentação nutritiva, como se ela ainda estivesse na savana africana, e para evitar que, não só ela mas também outros animais, fique obesos eles mantém eles sempre em alguma atividade, como se ela vivesse realmente ainda na savana e isso é muito bom para a saúde em si, do animal (de qualquer espécie).
A girafa pode olhar ao redor numa boa distância, o que é excelente para se prevenir dos camuflados leões.
Para esse animal beber água ela tem que abrir bem as patas da frente abaixar cuidadosamente a sua cabeça enorme, essa posição é extremamente desconfortável e instável para esse animal, e também aumenta o risco de um ataque surpresa.
O "salvamento" para não ser atacado enquanto bebe água é a organização do bando desses animais é a organização deles: enquanto algumas bebem, outras de tocaia, de guarda, para que os seus predadores não ataquem as outras que estão abaixadas bebendo.
É um animal pacífico e inofensivo, e quando percebe-se em perigo, corre à fuga. Seu modo de caminhar e de correr é igual ao dos cavalos: se chama de andadura, mas consegue deixar facilmente para trás o melhor cavalo, pois suas patas dão passos bem mais largos de que os dos cavalos, porque elas são mais largas.

quando tem de correr repentinamente, galopa a uma velocidade de 50 até 60km.
A girafa têm mais fôlego que os leões, ele apenas parece desajeitada porque ela não corre como um quadrúpede; quando anda, embora pareça vagarosa, ela consegue percorrer, com passos largos até 4,5m.
Quando outros animais galopam, eles movem primeiro as patas dianteiras, e, logo após as traseiras, mas a girafa move as duas da direita, depois as da esquerda (ou vicie-versa).

Coala

Nome Popular: Coala
Nome científico: Phascolarctos Cinereus
Onde vive: Assim como a maioria dos marsupiais, vive na Austrália, mas esse fica principalmente no sudeste e nordeste desse país
Tamanho: Cerca de 60 cm
Quanto Pesa: Machos acima de 12 kg - fêmeas: 8 kg
Filhotes por gestação: 1 filhote (25 - 35 dias de gestação).







Status Gerais:
Embora o governo dos EUA o considere ameaçado, o governo brasileiro não os identificou como ameaçados. Porém a Australian Koala Foundation disse que há cerca de 100 000 coalas na natureza.







Protegido











Encontrado na Austrália, dividindo boa parte do território com o ornitorrinco, ele é um marsupial, parecido com um urso, mas não é um urso, embora muita gente insista em os chamar de "urso coala". É tão bonito que consegue competir com o panda gigante, ou o panda vermelho, em relação ao gosto das pessoas. Tem os pêlos macios e cinzentos, com a barriga branca. Sua cabeça é de forma redonda e as orelhas são grandes e peludas, o nariz também é grande, mas não apresenta pêlos.
Para se camuflar de algum suposto perigo, os pêlos cinzentos se misturam bem com a cor do caule dos eucaliptos.

Ele adora subir em árvores, dificilmente desce ao chão, não desce nem mesmo para beber água, pois eles a obtém através se alimenta das folhas de eucalipto e é delas que eles conseguem a água, através de seu próprio alimento. Embora haja cerca de umas 100 espécies diferentes de eucalipto na Austrália, esse animalzinho se alimenta de apenas 3 espécies, por isso é tão difícil o manter em um zoo, ou em cativeiro.

O filhote ao nascer vem ao mundo de forma prematura, pesa menos que 0,5g e mede menos que 20mm, quase pode ser comparado à uma larva, pois é do tamanho de um feijão. O minúsculo corpo da cria quando nasce não tem pêlos, não ouvem, não enxergam e seu corpo está totalmente delicado. As partes mais importantes para a sobrevivência, como a boca, narinas e patas estão começando a tomar alguma forma. Ele se desenvolverá na bolsa materna presente nos marsupiais, mas para chegar até lá, ele depende das patas anteriores, de forma que tenha que escalar sua genitora até chegar ao marsúpio (bolsa). Na bolsa está tudo o que é necessário para terminar sua formação como o a proteção para seu minúsculo corpo e o leite para sua alimentação e hidratação, porque não bebem água. Muitos cientistas dizem que ele nasce de forma prematura, e que o resto da gestação é feita no marsúpio da genitora.

Ele sai da bolsa por volta de 5 meses mais tarde, mas ao menor sinal de perigo, volta para seu esconderijo, no entanto só com 8 meses estará pronto para sair e só entrará na bolsa para mamar e faz isso até completar um ano.

Os coalas têm uma espécie como inimigo mortal: o cachorro. Na Austrália há os cães selvagens, que foram introduzidos pelo homem e acabaram por se tornar selvagens, devido ao meio disponível para eles. Há vários incidentes entre essas duas espécies, mas um coala adulto pode machucar bastante esses cães, quando atacado, portanto, os cães selvagens australianos predam apenas os coalas muito velhos ou os doentes, eles também fazem parte fundamental da alimentação dos aborígines da Austrália e por fim, uma das ameaças para a espécie são os incêndios que ocorrem de forma natural na floresta, por conta de estações mais secas. No entanto a principal ameaça é a derrubada da floresta australiana, já foram até reintroduzidos em algumas partes da Austrália que tinham sido extintos.

Embora não beba água, o coala pode atravessar rios nadando, quando precisa de chegar à outra margem e não há a opção de atravessar pelas árvores.

Gazela

Nome popular: Gazela
Nome científico: Gazella
Onde vive: As gazelas eram encontradas em todos os desertos do mundo antigo. Agora vivem no norte da África, Síria e parte a Ásia Menor. Elas gostam de terrenos planos e rochosos e geralmente evitam planaltos elevados.
Tamanho: Mede acerca de 1,2m
Peso: de 38 a 45 kg

Filhotes por gestação: Geralmente um, por ninhada






Status Gerais:


A Gazela de Thomson rumina, deitada na erva da África oriental, onde prospera, pois, aí encontra alimento em abundância. Contudo, é necessário que se mantenha sempre alerta, afinal, aí é onde há muitos de seu predadores, como: chitas, leopardos, chacais e hienas. Para se proteger, ela tem uma audição muito boa e de uma visão excelente, mas acima dos outros talentos tem uma velocidade considerável, podendo atingir 70 Km/h, que é sua melhor defesa.
Seus magníficos cornos anelados, pelo contrário do parecer, só realmente útil para as brigas contra rivais da mesma espécie.

Curiosidade: As gazelas bebem a água das plantas, pois quando há falta de água, sua fonte é comer algumas plantas, porque ela ingere (além da folha) a água que há nela.



Alguns pesquisadores fizeram o levantamento dos vários pontos marcados por uma Gazela de Thomson macho com a glândula pré-orbital (A); depois, uniram-nos entre si. O esboço obtido (B) indicou marcação regular, muito densa no perímetro norte do território, justamente onde os vizinhos eram mais numerosos. O animal não demarca sua área ao acaso.

Na fronteira dos seus territórios, os machos confrontam-se regularmente.
As aproximações são rápidas e os rivais logo passam a se enfrentar. De cabeça baixa cada um deles empurra o adversário. Mas o ataque nunca provoca derramamento de sangue.
Os confrontos são muitas vezes interrompidos por período de pastio, que talvez sejam uma forma indireta de prolongá-los. Depois, os dois adversários avançam um contra o outro, entrelaçando os cornos a posição desses é tal que os ferimentos são raros, fato que explica a pouca importância das exibições preliminares.
Nas Gazelas de Grant, bastam por vezes manobras de intimidação mais prolongadas e ritualizadas para acabar com o conflito. Se o um macho residente de um território se coloca de lado diante do estranho que invadiu sua área, ergue o pescoço, deixa caiar a cabeça um pouco para trás, e depois vira-a para um lado, o intruso reconhece de imediato uma postura de intimidação e submete-se. Recua e então afasta-se.

Gazela - Girafa
Lithocranius walteri
Também chamada Gazela - de - Walter
Habitat: Chifre da África. Savana com moitas de silvas espinhosas.
Capaz de se erguer nas patas posteriores para alcançar o alto dos silvados a Gazela - Girafa alimenta-se de pequenos ramos escolhidos com cuidado. Nunca come erva. Na prática, não bebe. Vive em pequenos grupos dispersos. Os machos adultos (30-50 Kg) defenem territórios de 2-4 Km. Cornos pouco desenvolvidos, muito robustos na base e as fêmeas não tem cornos.

Dibatague
Ammodorcas clarkei
Também chamada Gazela - de - clarke.
Habitat: Chifre da África. Savana com moitas de silvas espinhosas.
Morfologicamente muito parecido com à Gazela - Girafa, o dibatague tem o mesmo tipo de alimentação. Cornos pouco desenvolvidos, em forma de gancho espetado para frente. As fêmeas não os têm.

Rinoceronte Negro

Nome Popular: Rinoceronte Negro
Nome científico: Diceros bicornis
Onde vive: África do Sul, Quênia, Malawi, Namíbia, Suazilândia, Tanzânia e Zimbábue. Pastagens, savanas e locais com abundância de arbustos
Tamanho: No máximo 5 metros
Peso: 800 a 1.350kg
Filhotes por gestação: 1 apenas


Status Gerais





O rinoceronte-negro é um frequentador assíduo das zonas de transição entre as florestas e a savana, onde os arbustos espinhosos são abundantes. No entanto, nestas vastas extensões, os encontros com seus semelhantes não são frequentes. Seja como for, ele é um animal solitário, que geralmente não se preocupa em defender o seu território. O espaço vital ocupado por um indivíduo varia de 3 a 90 Km2, dependendo da quantidade de pontos de água a de arbustos espinhosos.

Na reserva do Ngorongoro, na África Oriental (Tanzânia), algumas pesquisas demonstraram que os rinocerontes-negros, apesar de seus hábitos solitários, estão organizados em grupos. Estes reúnem algumas dezenas de animais, machos e fêmeas, que utilizam os mesmos locais para beber. Os residentes conhecem-se e respeitam-se desde que as condições se mantenham estáveis. No entanto, a agressividade pode surgir no caso de super povoamento, de diminuição de recursos hídricos ou alimentares por alguma razão que implique alguma redistribuição dos espaços vitais. O território comum à totalidade do grupo ocupa em média 80 Km2, o que equivale a um círculo de 5 Km de raio, tendo ao centro um local para beber e que é marcado por todos os rinocerontes .
Pacíficos entre si, os animais do grupo tornam-se agressivos quando um macho desconhecido atravessa o território comum. Mesmo assim, as mais agressivas são as fêmeas, que, expulsam qualquer rinoceronte que se aproxime.
Mesmo quando estão no cio, o rinoceronte fêmea não se deixa apaixonar facilmente. Em geral, as primeiras tentativas por parte do macho são repelidas com violência. Uma vez o casal formado, não sem alguma dificuldade, o par permanece junto por alguns dias, às vezes algumas semanas, mas nunca por muito tempo. Os dois animais passeiam e comem juntos. Por vezes, descansam mesmo apoiados um no outro.
O acasalamento do rinoceronte-negro é tudo, menos romântico: grunhidos, cargas, marradas e corneadas, raspagem de patas no chão, defecações, jatos de urina, caracterizam o acasalamento. Este pode durar horas antes que chegue à cópula.
Observam-se poucos encontros entre machos durante as 2-8 semanas do cio da fêmea. Cada um parece saber o lugar que lhe pertence: os mais jovens e os mais fracos deixam voluntariamente o campo para os que têm mais experiência. E os raros agrupamentos de machos em torno de uma fêmea no cio nunca duram muito.
Após a época de reprodução, os rinocerontes retomam a sua vida solitária, que geralmente é passada dormitando ou mesmo dormindo durante longos períodos.
Exceto os elefantes, há poucos exemplos de destruição tão maciça e sistemática como a que foi praticada contra os rinocerontes. Nos nossos dias, os poucos sobreviventes que restam vivem sobre proteção, em reservas guardadas.
O esquema asseguir mostra a quantidade reduzida (e que diminui a cada dia) dos rinocerontes:


Os exemplares vivos registrados em 1988 correspondem a menos de em 5% dos extintos de 1970! O mais grave é que os animais são mortos unicamente por seu chifres, vendidos depois fora da África. Todas as tradições e costumes associados ao rinoceronte e aos seus produtos têm origem na Ásia. Outrora, quando os homens possuíam menos armas e a clientela era menos próspera e os rinocerontes asiáticos mais numerosos, os médicos tradicionais abasteciam-se localmente, nos vales do Ganges ou nas florestas da península indo-malaia. Com a diminuição do número dos rinocerontes asiáticos, a caça se alastrou até os rinocerontes africanos, hoje praticamente dizimados.